Dia 26/Jul fui convidado pelo amigo Elizeu Custódio para acompanhá-lo em um workshop de contra-baixo que aconteceria na sede da Assembléia de Deus Ministério de Santos. A formação proposta: um trio – teclado, baixo e bateria.
Ensaiamos alguns temas, acertamos alguns detalhes e fomos.
Ao chegar lá tive uma grande surpresa, encontrei muitas pessoas que tocaram comigo e aprenderam junto comigo a ter amor pela música. Encontrei com músicos que eram praticamente crianças quando eu participava mais ativamente dos movimentos das bandas intituladas “gospel” na baixada santista, ministrando workshops, tocando algumas músicas muito legais, respondendo as duvidas que surgiram. Pude perceber duas coisas: estou ficando velho e o que foi dito por Marcus Witt em seu livro “O que faremos com estes músicos?” é pura verdade: “Deus está levantando uma geração de adoradores (ou músicos como queira) com qualidade técnica e que querem fazer o melhor...”.
Realmente o nível musical da galera tem aumentado o que me deixou muito feliz e renovou a esperança na perpetuação da boa música. Mas quero aproveitar pra compartilhar uma opinião: somos músicos e temos que ter em mente de forma bem clara nossa relação com esta arte. A música é algo divino, grandioso e indomável, uma ciência que jamais alguém poderá dizer que domina, uma das formas mais sensíveis e agradáveis de adoração à Deus (o autor), uma ferramenta complexa e completa de expressão e uma profissão honrosa que exige sacrifício pessoal e disposição para se alcançar um nível considerável.
Deixo meu incentivo a você que se dedica não só a música, mas a qualquer tipo de arte: empenhe-se, dê o melhor de si, sinta-se livre para expressar em notas, traços ou formas àquilo que a sua inspiração colocou dentro de você. Vá em frente!
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